domingo, 16 de setembro de 2012

30 ANOS SEM GRACE KELLY


Grace Kelly, 30 anos sem a princesa do cinema



Há 30 anos, a mesma estrada que a imortalizou no cinema em Ladrão de Casaca testemunhou a morte de Grace Kelly, atriz que se transformou em princesa, foi ícone loiro de Hitchcock, símbolo vigente de elegância e glamour e matriarca do midiático clã Grimaldi. Grace Kelly, então Grace de Mônaco, morreu no dia 14 de setembro de 1982 no hospital de Monte Carlo que leva seu nome, um dia após um acidente em que seu automóvel deu um giro de 180 graus.

Mas a sua história não foi a do patinho feio transformado em cisne. Grace Kelly nasceu bonita e rica na Filadélfia em 1928, filha de um construtor multimilionário e ganhador de várias medalhas olímpicas em remo que a matriculou nas melhores escolas do país. Após estudar Artes Dramáticas em Nova York, sua pose aristocrática e sua beleza mais que perfeita não demoraram a chamar a atenção de Hollywood, onde a esperavam papéis de loira cândida em Matar ou Morrer, ao lado de Gary Cooper, e Mogambo, no qual a futura princesa contracenou com Clark Gable.
Um especialista em fazer explodir o vulcão que se escondia por trás do gélido, Alfred Hitchcock, encontrou nela a melhor de suas musas, a que estimulou sua imaginação e lhe inspirou alguns de seus melhores diálogos. Tudo começou com Disque M para Matar. A cena em que Grace Kelly comete um assassinato em defesa própria com uma tesoura de escritório ficou na memória de várias gerações de espectadores. Depois chegaria Janela Indiscreta, sublimação do espírito voyeurista de Hitchcock, que aproveitava a intriga para ironizar as relações de casal entre a belíssima mulher que era Grace Kelly e um James Stewart impedido em sua cadeira de rodas.
Mas talvez o filme no qual a atriz mais brilhou tenha sido um que é considerado um clássico menor na filmografia do cineasta: Ladrão de Casaca, trama de suspense que, por outro lado, brilhava como comédia de vaudeville. Com um excelente figurino de Edith Head e um jogo erótico de alta voltagem com Cary Grant aplacado pelos espartilhos da época (era 1955), a aristocrata que Grace interpretou nadava no Mediterrâneo, frequentava bailes de máscaras e conduzia de maneira temerária pelas estradas da Côte D'Azur. "De quem são esses jardins?", perguntou Grace Kelly ao roteirista do filme, John Michael Hayes, em um dos intervalos das cenas. "Do príncipe Grimaldi", respondeu ele.
Doze meses depois, quando apresentou em Cannes Amar É Sofrer, a atriz conheceu o príncipe pessoalmente. Rainier de Mônaco tinha 33 anos e ela, 28, quando, no dia 19 de abril de 1956, protagonizaram o que foi considerado o casamento do século, ao qual compareceram David Niven, Gloria Swanson, Ava Gardner e Conrad Hilton, entre outros famosos da época.
Hollywood lhe deu um Oscar por seu papel no filme que a uniu ao príncipe, deixando a favorita, Judy Garland, a ver navios... Mônaco lhe deu sua coroa. Mas quem ganhou mais com essa união? O sonho de ser princesa por parte de Grace Kelly combinou perfeitamente com a necessidade de Monte Carlo de revitalizar sua qualidade de capital da alta sociedade.
Enquanto Grace dava a Rainier a descendência necessária para manter a independência do principado -- com seus filhos Albert, Caroline e Stéphanie --, também atraía os negócios, enchia seus cassinos e suas praias. Grace Kelly criou o baile anual da Cruz Vermelha, evento imperdível para as classes altas europeias que se uniu ao tradicional Baile da Rosa, que tinha sido criado em 1954 mas também recebeu uma injeção de glamour depois que ela entrou para a família Grimaldi. 
Porém, quando tentou voltar ao cinema com Hitchcock, em Marnie, recebeu a negativa do palácio por uma questão de imagem, pois não lhes pareceu o mais adequado ver sua princesa interpretando uma cleptomaníaca. Seu glamour ficou reduzido às revistas de estilo e moda, como musa de marcas como Givenchy -- que desenhou seu figurino para um encontro com a família Kennedy em 1961 -- ou como portadora da 'Kelly', bolsa da Hermès que recebeu seu nome.
E sua vida ficou restrita a um papel vitalício, o de grande anfitriã e perfeita consorte, de mãe elegante e impecável banhista do litoral de Mônaco.
Fonte: Veja

NOVO ROBOCOP COM O BRASILEIRO JOSÉ PADILHA


Brasileiro José Padilha começa a rodar seu 'Robocop'

Depois de completar o elenco do filme com Michael Keaton, que entrou no lugar do desistente Hugh Laurie (House), o brasileiro José Padilha vai dar início neste sábado às filmagens de Robocop, em Toronto, Canadá. O longa, baseado no filme de 1987 escrito por Edward Neumeier e Michael Miner, tem estreia prevista para 9 de agosto de 2013 nos Estados Unidos e 16 de agosto, no Brasil.

De tom distópico, Robocop conta a história do policial Alex Murphy, que combate o crime na violenta cidade de Detroit, em 2029. Gravemente ferido em ação, Murphy é salvo graças à tecnologia da multinacional OmniCorp, especializada em robôs. É como um híbrido de gente e robô que o policial vai retornar à vida e às ruas, usando suas novas e poderosas habilidades para lutar contra os criminosos. 

Padilha foi escolhido por seu trabalho à frente de Tropa de Elite 1 2, filmes de ação que tiveram grande público no país e chamaram a atenção da crítica no exterior. O primeiro Tropa, inclusive, levou o Urso de Ouro no Festival de Berlim, em 2008. 

Além de Michael Keaton, o Robocop de Padilha tem no elenco Joel Kinnaman, Gary Oldman, Michael Keaton, Samuel L. Jackson, Abbie Cornish, Jackie Earle Haley, Michael K. Williams, Jay Baruchel, Jennifer Ehle e Marianne Jean-Baptiste. Os brasileiros Lula Carvalho e Daniel Rezende vão assinar, respetivamente, a fotografia e a edição do filme. O roteiro é de Josh Zetumer e Nick Schenk. O estúdio responsável é a MGM.
Fonte: Veja

Lançamento do Livro: 'Crimes Cibernéticos: ameaças e procedimentos de investigação'

LANÇAMENTO DO LIVRO: Data: 24/09/2012, às 19h
Local: Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi
Endereço: Av. João Wallig, 1800, Porto Alegre - RS.



Vários foram os motivos que levaram os autores a escreverem este livro, mas os principais foram contribuir para a segurança virtual no Brasil e preparar policiais e outros integrantes da persecução penal para o combate aos crimes cometidos no âmbito da internet, ou seja, os crimes cibernéticos.
Percebeu-se, num momento inicial, que havia a necessidade de se estabelecer, frente às deficiências e vulnerabilidades dos órgãos policiais diante do crescimento do registro dos crimes cometidos em ambientes virtuais e/ou eletrônicos, uma metodologia auxiliar na investigação criminal, qualificando-a.
Assim, o conteúdo foi sendo gerado após inúmeras pesquisas e trocas de conhecimentos, não só entre os autores, mas também com inúmeros interlocutores. Procurou-se, contudo, a ideia da simplicidade frente à complexidade do problema, visando facilitar o trabalho de investigação criminal dos órgãos policiais de todo o Brasil e também auxiliar os profissionais da área, principalmente advogados e integrantes de outras carreiras, a melhor compreender a matéria e atender aos seus clientes, já preparando o conteúdo para eventual ação penal e/ou cível correspondente.


Fonte Original: Brasport

Site dos  Autores:

Emerson Wendt
Higor Vinícius Nogueira Jorge

domingo, 26 de agosto de 2012

LIVRO DIGITAL EM ASCENSÃO NO BRASIL

LIVRO DIGITAL DEVE GANHAR NOVO IMPULSO NO BRASIL

São Paulo - As apostas nos livros digitais estão em alta. Grandes livrarias e editoras acreditam que os e-books ganharão espaço no mercado nacional em 2012 e 2013. As projeções mais otimistas os colocam como responsáveis por 10% do faturamento das vendas do setor em 2014. O índice em 2011 foi 0,025%. A esperança está depositada na chegada de gigantes internacionais e na produção doméstica de tablets, que poderá baratear os aparelhos. 
Segundo a Câmara Brasileira do Livro (CBL), há cerca de 10 mil títulos em formato digital no País. Desses, 5.235 foram lançados em 2011, conforme pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (Fipe/USP). "A maior produção ocorreu no último período. Então, também deve haver um número significativo em 2012", diz a presidente da CBL, Karine Pansa, que não arrisca projeções. A receita com vendas de e-books foi de R$ 868 mil.
A ideia de oferecer aparelhos de leitura para impulsionar a venda de conteúdo deu certo com a Amazon, nos Estados Unidos. Desde que o Kindle, e-reader da empresa, foi lançado, em 2007, os e-books vêm ganhando mercado. Em 2011, tinham 15%, ante 6% em 2010, conforme a Association of American Publishers. 
Agora, a Amazon pretende entrar no Brasil. O início das operações está previsto para o último trimestre deste ano, mas já existem negociações com empresas locais, como as distribuidoras de e-books Xeriph, que reúne cerca de 200 editoras, e DLD, formada por sete. Comenta-se, porém, que há dificuldades para fechar acordos com a multinacional, que se recusaria a aceitar peculiaridades do mercado nacional, como a divisão de receitas. A companhia foi procurada pela reportagem, mas não se pronunciou.
Otimismo à parte, o e-book ainda não decolou no País, nem deve ameaçar o livro em papel no médio prazo. Em 2011, as vendas no formato físico subiram 7,2%, em relação a 2010. Os 469 milhões de exemplares comercializados geraram faturamento de R$ 4,83 bilhões. O preço de alguns e-books também não anima.
Segundo Procópio, da CBL, falta política de precificação no País. "Tem livraria que cobra o mesmo preço do impresso. Outras, 50%, 70%." Nos EUA, a versão digital custa de 30% a 40% menos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Info


 
LEITORES CINÉFILOS Copyright © 2009 Blogger Template Designed by Bie Blogger Template